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5 MÉTODOS UTILIZADOS PARA PREVENIR QUE PESSOAS SEJAM ENTERRADAS VIVAS

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Só de pensar na ideia de pessoas sendo enterradas vivas já temos arrepios. Com toda certeza não é uma experiência agradável.

Por muito tempo essa possibilidade tem assustado a humanidade, já que ninguém quer passar por isso.

Mesmo que os avanços médicos tornem cada vez mais raros os casos de catalepsia, em que a vítima é considerada morte e enterrada,

ainda existem várias evidência de acontecimentos reais mesmo nos dias de hoje. A medida em que a sociedade notou que ser enterrado vivo

realmente acontecia, médicos começaram a dedicar mais tempo a descobrir sintomas da morte.

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A catalepsia é um em que o paciente sofre uma paralisia toda dos músculos, ficando impossibilitado de se mover ou mesmo falar,

embora continue consciente e com os sentidos ativos e as funções vitais ainda funcionando.(embora um pouco desaceleradas).

O que mais aflige nesse tipo de situação certamente é o fato de perceberem tudo que está acontecendo a sua volta e não poder esboçar qualquer tipo de reação.

Bom, levando tudo isso em consideração nós da Arquivos Ocultos trouxemos 5 métodos utilizados para prevenir que pessoas sejam enterradas vivas. Confira:

1 – Decapitação

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Parece meio extremo mas James Mott queria ter a certeza de que não seria enterrado vivo, então, para não ter erro,

ele deixou instruções bastante claras em seu testamento em 1927. Depois dos médicos terem inspecionado o seu corpo falecido,

ele instruiu os médicos a colocarem ácido prússico em sua boca. Depois que o veneno foi colocado em sua boca ele também escreveu que desejava ser decapitado antes do enterro.

2 – Mensagem de decomposição

Em 1790 um método bastante peculiar foi utilizado para comprovar que uma pessoa estava realmente morta.

Primeira, o corpo era colocado sobre uma laje e colocado dentro de uma caixa aberta. Logo em seguida, um painel de vidro era colocado sobre o corpo.

Na parte de baixo do vidro estava escrito “Estou morto” em nitrato de prata. A mensagem só ficava visível se o corpo entrasse em estado de decomposição

e começasse a liberar gás de sulfeto de hidrogênio.

3 – Testes respiratórios

Em um livro médico publicado em 1850, o autor forneceu alguns testes respiratórios que ele teria realizado para determinar

se uma pessoa estava morta ou não. O primeiro deles foi nomeado de teste do espelho. Isso envolvia segurar um espelho sobre a boca e nariz do paciente.

Se houvesse alguma respiração, iria ter umidade no espelho. Outra teste era da pena. Uma pena era colocada perto de sua boca e nariz,

se houver qualquer tipo de respiração, a pena iria se mexer.

4 – Removendo o coração

Quer uma melhor maneira de garantir que uma pessoa esteja morta do que ter o coração removido?

Embora assustador, essa foi uma maneira de prevenir o enterro prematuro de pessoas ricas do passado.

5 – Coisas pontiagudas

Acreditava-se que se um corpo vivo fosse espetado por algo com ponta, o buraco ficaria vermelho e depois se juntaria.

E no caso de uma pessoa morta o buraco permaneceria aberto. As vezes essas “agulhas” eram inseridos sob uma unha, porque certamente,

nenhuma pessoa viva iria permanecer inconsciente depois de um procedimento tão doloroso.

E aí, gostou do post? compartilhe com seus amigos!

FONTE

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